BBLIA A MENSAGEM EUGENE PETERSON PDF

Old words take on new meaning. Eugene Peterson recognized that the original sentence structure is very different from that of contemporary English. Eugene H. Add to wishlist failed.

Author:Dunris Muzshura
Country:Egypt
Language:English (Spanish)
Genre:Sex
Published (Last):11 March 2008
Pages:384
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ISBN:338-8-80788-289-1
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Os primeiros rascunhos deste material, agora consideravelmente revisado, surgiram pela primeira vez nos boletins Crux e Theology Today. Os professores Iain Provan e Sven Soderlund, colegas do Regent Colle ge, empreenderam uma leitura cuidadosa do manuscrito.

Sua ajuda foi inestimvel, aprimorando o material muito alm de minhas expectativas. Jon e Cheryl Stine foram companheiros resolutos e perseverantes nessa tarefa interminvel que preparar refeies nas quais o prato principal a Palavra de Deus. Maravilhosa Bblia dedicado a eles. Prefcio Em um sbado de outubro, ao meio-dia, minha esposa foi buscar nosso neto de sete anos na Igreja da Santa Natividade. Hans vinha freqentando uma classe de preparao para a primeira comunho.

Em seguida, toma- ram a direo de um museu local, onde visitariam uma exposio de pedras preciosas dirigida ao pblico infantil. No caminho, sentaram-se no banco de um parque da cidade para almoar. Hans falava o tempo todo desde que haviam sado da igreja. Terminado o almoo o dele era um sanduche de alface e maionese que preparara sozinho, conforme explicara: Estou ten- tando comer alimentos mais saudveis , Hans afastou-se da av, pegou na mochila um Novo Testamento que acabara de receber do pastor, abriu, ergueu altura dos olhos e comeou a ler, movendo os olhos ao longo da pgina, em um silncio to profundo quanto incomum.

Um longo minuto depois, ele fechou o Novo Testamento e o guardou novamente na mochila. Tudo bem, vov, estou pronto. Vamos ao museu. A av ficou impressionada. Tambm achou graa, pois Hans ainda no sabe ler. Ele quer ler.

A irm sabe ler. Alguns de seus amigos tambm sa- bem, mas Hans ainda no aprendeu. E ele sabe que no sabe ler. De vez em quando, ele anuncia: Eu no sei ler, como se tentasse nos lembrar o tempo todo do que ele est perdendo. O que ele fazia, ento, ao ler o Novo Testamento no banco do parque naquele sbado de outubro? Mais tarde, quando minha esposa me contou essa histria, tambm fi- quei intrigado e achei graa.

Alguns dias depois, porm, a histria ganhou contornos de parbola em minha mente. Na ocasio, eu estava totalmente envolvido na preparao deste livro, uma longa conversa sobre a prtica 14 maravilhosa bblia da leitura espiritual. Achava difcil concentrar meus potenciais leitores no tema.

Eles continuavam se transformando em uma multido sem rosto, composta por gente que l ou no l a Bblia, gente que a ensina e gente que a anuncia. Ser que existe algum impedimento, alguma dificuldade comum a todos ns quando pegamos nossas Bblias e abrimos?

Acredito que sim. E foi Hans quem me colocou no foco. Vinte anos depois de comear a ler a Palavra, eu me tornei pastor e professor; por mais de cinqenta anos, tenho me empenhado para gravar as Escri- turas na mente e no corao, nos braos e nas pernas, nos ouvidos e na boca de homens e mulheres.

No considero uma tarefa fcil. E por que no fcil? A questo pode ser resumida da seguinte maneira: no que diz respeito s Escrituras crists, o desafio nunca desprezvel fazer que sejam lidas, mas em seus prprios termos, como a revelao de Deus.

Depois de cinco ou seis anos de estudos que a congregao inteira ajuda a pagar, a maioria de ns con- segue ler quase tudo o que est escrito na Bblia. Se voc no possui um exemplar e no tem condies de comprar, pode encontrar uma Bblia em qualquer hotel do pas e levar para casa. E sem medo de ser preso: quem neste mundo foi alguma vez acusado de mau comportamento e mandado para a priso por roubar uma Bblia? No entanto, quando se trata de vida crist, um dos aspectos mais negli- genciados est diretamente relacionado questo da leitura das Escrituras.

No entanto, negligencia a leitura das Escritu- ras de maneira formativa: ler para viver. L estava Hans no banco do parque, os olhos percorrendo as pginas de sua Bblia, lendo sem ler; reverente e concentrado, mas sem compreender; honrando esse livro da maneira mais preciosa, mas sem perceber sua rela- o com o sanduche de alface e maionese que acabara de comer ou com o museu que estava prestes a visitar, alheio av ao seu lado; Hans lendo sua Bblia.

Uma parbola. Uma parbola sobre a despersonalizao das Escrituras, transformadas em um objeto a ser honrado; desligadas dos fatos que precedem e se su- cedem sua leitura, do almoo e do museu; as Escrituras em um parque, muito acima da vida nas ruas; um texto colocado num pedestal como um monumento ao livro, protegido dos rudos e do mau cheiro de diesel exa- lado pelos caminhes por um gramado amplo e bem cuidado.

Contrariando o Diabo, fao questo de dizer que, para ler as Escrituras adequada e corretamente, necessrio, ao mesmo tempo, viv-las no que esse deva ser um pr-requisito para a leitura da Bblia, mas devemos viv-la enquanto a lemos, vida e leitura recprocas, linguagem corporal e palavras ditas, ir e vir, incorporando a leitura vida, a vida leitura.

Ler as Escrituras no uma atividade distinta de viver o evangelho, mas integrada nele. Significa deixar que outro participe de tudo o que dizemos e fazemos. E tambm difcil. Leitura espiritual, a H alguns anos, eu tinha um cachorro que gostava de ossos grandes. Para a sorte dele, morvamos em uma rea florestal ao p das montanhas de Mon- tana.

Em seus passeios pela floresta, ele freqentemente encontrava carcaas de cervos de cauda branca que os coiotes matavam. Mais tarde, aparecia em nosso quintal de pedras ao lado do lago carregando ou arrastando seu trofu, geralmente uma perna ou uma costela. Era um cachorro pequeno, e o osso quase sempre era do tamanho dele ou ainda maior.

Quem j teve um co conhece a rotina: ele pulava e saltava alegremente diante de ns com seu prmio, sacudindo o rabo, orgulhoso da descoberta, pedindo nossa aprovao. E, claro, ns aprovvamos. Depois de al- gum tempo, saciado com nossos louvores, ele arrastava o osso at algum lugar mais privativo, geralmente sombra de uma grande pedra coberta de musgo, e passava a trabalhar em seu achado.

As implicaes sociais do osso ficavam para trs; o prazer agora se tornava solitrio. Ele roa o osso, vira va-o de um lado para o outro, girava, lambia e sacudia.

De vez em quando, ouvamos um rudo surdo ou um rosnado, o equivalente ao ronronar de um gato. Era evidente que estava se divertindo e no tinha pressa.

Depois de algumas horas que custavam a passar, ele enterrava o osso e voltava no dia seguinte para apanh-lo. Um osso mdio durava cerca de uma semana. Eu sempre me alegrava com a alegria de meu cachorro, com seu jeito srio de brincar, a espontaneidade infantil, agora totalmente absorvido na nica coisa necessria.

Imagine, porm, meu deleite ainda maior quando 18 maravilhosa bblia li Isaas e encontrei o profeta-poeta observando algo similar ao que eu gos- tava tanto em meu co, com a diferena de que o animal dele era um leo, e no um cachorro: Assim como quando o leo, o leo grande, ruge ao lado da presa Is Ruge foi a palavra que me chamou a ateno e pro- duziu uma nova exploso de alegria em meu ser. O que meu cachorro fazia com seu osso precioso, provocando aqueles rudos guturais de deleite en- quanto roa, aproveitava e saboreava o seu prmio, o leo de Isaas fazia com sua presa.

O mais prazeroso foi notar a palavra hebraica traduzida nessa pas- sagem bblica por rugir hagah , geralmente traduzida como meditar, como no salmo nmero 1, que descreve o homem ou a mulher abenoado cuja satisfao est na lei do Senhor, na qual medita dia e noite v.

Ou no salmo Quando me deito lembro-me de ti; penso em ti durante as viglias da noite v. Isaas, porm, usa essa palavra para se referir a um leo rugindo sobre a presa, como meu co enquanto mordia o osso.

Hagah uma palavra que nossos ancestrais hebraicos usavam freqen- temente para se referir ao tipo de leitura que trata de nossa alma. Medi- tar, porm, um termo muito leve para o que est sendo especificado. Meditar parece mais adequado ao que fao em uma capela silenciosa, de joelhos, com uma vela queimando no altar.

Ou o que minha esposa faz sentada em um jardim de rosas com a Bblia aberta sobre o colo. Mas, quando o leo de Isaas e o meu cachorro meditavam, eles mastigavam e engoliam, usando os dentes e a lngua, o estmago e os intestinos: o leo de Isaas meditando o seu bode se que se tratava de um ; meu co me- ditando o seu osso.

H certo tipo de escrita que convida a esse tipo de leitura: ronronar suave e rosnados baixos, enquanto experimentamos e saboreamos, aguar- damos com ansiedade e comemos aos bocados as palavras doces e tempe- radas que do gua na boca e energizam a alma. Provem, e vejam como o Senhor bom Sl Isaas emprega a mesma palavra hagah algumas pginas depois para o gemido arrulhar de uma pomba O baro Friedrich von Hgel comparou esse mtodo de leitura a permitir que uma pastilha expectorante se dissolva lenta e imperceptivelmente em sua boca.

Toda escrita sria e boa prev exatamente esse tipo de leitura de maneira reflexiva e lenta, um flerte com as palavras, em contraste com o ato de devorar infor- maes.

Nossos escritores cannicos, que lutaram para traduzir a revelao divina em frases hebraicas, aramaicas e gregas Moiss e Isaas, Ezequiel e Jeremias, Marcos e Paulo, Lucas e Joo, Mateus e Davi, juntamente com seus numerosos irmos e irms, identificados ou no no decorrer dos scu- los , exigem isso.

Eles compem uma escola de escritores usados pelo Es- prito Santo para gerar as Sagradas Escrituras, assim como para nos manter em contato com a realidade e reagir diante dela, quer visvel ou invisvel: a realidade de Deus, da presena de Deus. Todos se distinguem por uma profunda confiana no poder das pala- vras expresso usada por Coleridge para nos levar presena de Deus e mudar nossa vida. Ao se juntar aos escritores das Sagradas Escrituras, somos instrudos em uma prtica de leitura e escrita infundida de enorme respeito mais que respeito, profunda reverncia pelo poder revelador e transformador das palavras.

A primeira pgina do texto cristo para a vida, a Bblia, conta-nos que todo o cosmos e cada ser que nele vive tomaram forma por meio de pa- lavras. So Joo escolhe o termo Palavra para dar conta, em primeiro e ltimo lugar, do que mais caracterstico sobre Jesus, a pessoa no centro revelado e revelador da histria crist. A linguagem, falada e escrita, o meio principal para nos apresentar ao que existe, ao que Deus e ao que est fazendo.

Dutton, , p. O objetivo direto ou indireto dessas palavras entrar em ns, trabalhar em nossa alma, formar uma vida de acordo com o mundo que Deus criou, a salvao que ele ordenou e a comunidade que ele reuniu. Tal escrita pres- supe e exige determinada modalidade de leitura, do tipo co e osso. Escritores de outras tradies de f e outros que no seguem qualquer tradio ateus, gnsticos, secularistas tm, claro, acesso a essa es- cola e se beneficiam imensamente da experincia que ela propicia no que concerne santidade das palavras.

O adjetivo espiritual, porm, serve para identificar como os escritores que escreveram coletivamente a Bblia usaram a linguagem para formar a mente de Cristo em seus leitores. O adjetivo continua a ser til para identificar os homens e as mulheres ps-bblicos que continuam a escrever textos jornalsticos e comentrios, estudos e reflexes, histrias e poemas para ns, enquanto prosseguimos submetendo a nossa imaginao sintaxe e dico dos mestres bblicos, cuja finalidade nos moldar.

No entanto, as Escrituras Sagradas consti- tuem documento original, a fonte de autoridade, a obra do Esprito defi- nitiva em toda a verdadeira espiritualidade. O que desejo deixar claro que a escrita espiritual aquela originria do Esprito exige uma leitura igualmente espiritual, que honre as pala- vras como sagradas, por intermdio das quais se forma uma teia complexa de relacionamentos entre Deus e o ser humano, entre todas as coisas vis- veis e invisveis.

S h uma modalidade de leitura que corresponde s nossas Sagradas Escrituras, uma forma de escrita que confia no poder das palavras para penetrar nossa vida e criar verdade, beleza e bondade uma escrita que requer um leitor que, nas palavras de Rainer Maria Rilke, nem sempre permanece curvado sobre as pginas; ele freqentemente se recosta e fe- cha os olhos sobre uma linha. Barth tinha trinta anos.

Ele havia trabalhado como pastor em Safenwil durante cinco anos e estava apenas comeando a descobrir a Bblia. Eliot expusera em sua poesia, antecipando o futuro: a terra assolada. Numa poca em que mentira e morte eram abundantes, do outro lado das fronteiras alems e francesas, na Sua neutra, aquele jovem pastor des- cobrira a Bblia como se fosse pela primeira vez, passando a consider-la um livro absolutamente singular, sem precedentes.

A alma e o corpo da Europa e, eventualmente, do mundo estavam sendo violados.

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Eugene Peterson, autor da Bíblia – The Messageâ €?

Dajora Paul Stevens John B. Retrieved 8 January English-language translations of the Bible. The entire Bible was released the same year and follows the traditional Protestant Biblical canon. Others want to read a version that gives a close word-for-word correspondence between the original languages and English. Ringma Dal Schindell Sven K. Eugene H.

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BBLIA A MENSAGEM EUGENE PETERSON PDF

The original books of the Bible were not written in formal language. I affirm a biblical view of everything. Permission requests for commercial and noncommercial use that exceed the above guidelines must be directed to and approved in writing by NavPress Publishing Group, Permissions, P. Why was The Message written? And this is why: The Daily Message Written by: This is how much God loved the world: Eugene Peterson recognized that the original sentence structure is very different from that of contemporary English. This was around the same time as the same-sex controversy around him surfaced.

SCULPTEZ VOS ABDOS CHRISTOPHE CARRIO PDF

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Os primeiros rascunhos deste material, agora consideravelmente revisado, surgiram pela primeira vez nos boletins Crux e Theology Today. Os professores Iain Provan e Sven Soderlund, colegas do Regent Colle ge, empreenderam uma leitura cuidadosa do manuscrito. Sua ajuda foi inestimvel, aprimorando o material muito alm de minhas expectativas. Jon e Cheryl Stine foram companheiros resolutos e perseverantes nessa tarefa interminvel que preparar refeies nas quais o prato principal a Palavra de Deus.

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